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05 de Fevereiro a 08 de Fevereiro
Tendo em conta a iniciativa "500 anos, 500 músicos", realiza-se no próximo dia 8 de Fevereiro, o concerto Initialis da Orquestra de Sopros do Conservatório Vale do Sousa, pelas 21h30, no Auditório Municipal de Lousada.
05 de Fevereiro a 07 de Fevereiro
O Musical “Trilhos da Fé”,apresentado pelo Grupo de Teatro Macpiremo, de Macieira da Lixa terá lugar no próximo dia 7 de Fevereiro, pelas 21h30, no Auditório Municipal de Lousada.
Os bilhetes terão o custo de 2 euros, com a receita a reverter para o tratamento do menino Sandro, de Moure, Felgueiras. 05 de Fevereiro a 15 de Fevereiro
Na sua 4ª edição, o GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea, realiza-se em Guimarães e apresenta este ano um modelo aumentado relativamente às três anteriores edições, oferecendo dois blocos de programação distintos: ao final da tarde, artistas emergentes encontram na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade um palco privilegiado para mostrar o seu trabalho; à noite, os auditórios do Centro Cultural Vila Flor acolhem companhias e criadores consagrados que convivem num programa de duas semanas que celebra, acima de tudo, a dança contemporânea enquanto expressão artística capaz de despertar as mais inúmeras emoções. Num total de 15 espetáculos, serão apresentadas 5 estreias (2 absolutas e 3 nacionais) entre os dias 06 e 15 de fevereiro.
O primeiro espetáculo desta edição a pisar o palco será uma estreia absoluta. Já esta quinta-feira (06 de fevereiro), às 19h30, “Matilda Carlota”, de Jonas Lopes, revela um mundo de contradições e ambiguidades, desde logo assumidas por uma personagem andrógina, artificial e psicologicamente grávida de desejo. Num desenhar paulatino de desadequada existência, a incoerência do real revela-se coerente no universo simbólico da representação: a “intimidade despojada”, o preto e branco, a experiência anómala da conexão com o mundo que a melancolia de “Sposa no mi conosci”, de Giacomelli, tocada ao piano pelo mordomo e cantada em contratenor por Matilda, faz assomar.
Neste mesmo dia de abertura do festival, “Fica no Singelo”, da companhia Clara Andermatt, será apresentado às 22h00. “Fica no Singelo” é um trabalho coreográfico que expõe rituais e celebrações, histórias e vozes de trabalho, que se vestem de terra e do suor de que são feitos os costumes. Clara Andermatt trabalha o património tradicional português e, com isso, recorre à riqueza do passado transmitida através do folclore e dos bailes populares. Uma vontade que lhe vem de projetos anteriores e que encontra em “Fica no Singelo” mais uma oportunidade para fertilizar os terrenos da pesquisa etnográfica. No final do espetáculo, os espetadores serão convidados a participar num baile no qual podem experimentar algumas das danças que inspiraram a peça.
O segundo dia de apresentações (07 fevereiro) inicia-se às 19h30 com dois espetáculos sucessivos. Primeiramente, Ludvig Daae apresenta “MM”. Este criador e performer relaciona-se consigo próprio. Negoceia. Realiza um dueto virtual com a sua imagem projetada. Uma poética possível a partir da tecnologia que confere primazia ao movimento, pois é no vídeo que ele se manifesta mais pertinente. Do diálogo da tridimensionalidade de Ludvig com a bidimensionalidade de Daae, nasce uma obra com uma linguagem inovadora e cada vez mais explorada na dança contemporânea: a interação entre dança e vídeo. Seguidamente, no mesmo espaço, uma coreografia de Flávio Rodrigues transporta-nos para um lugar em branco, em suspenso, sem referências temporais, inócuo. Este é o lugar proposto por “Nil-City”, uma reflexão provocada pela crescente saturação dos dias que correm, metáfora de fluxos constantes e interações de um sistema capitalista, moldado por estratégias políticas, de intertextualidades e redundâncias. Este “fim” preconizado não é uma explosão. É antes o seu contrário. Uma inversão de eixos que implode.
Ainda na sexta-feira, às 22h00, a Útero Associação Cultural leva a sua “Pele” até ao palco do Pequeno Auditório do CCVF. Dois corpos de pele, nus, uma pianista, uma atriz. A música, micro-sonoridades construídas como uma tapeçaria. Corpos invertidos que ganham verticalidade, nova poesia. “Pele” é um requiem, um local onde podemos voltar a sentir de uma forma radical, o que há muito fica esquecido, o que insistimos em perder. Um questionamento. Um lugar de abstração. Um apelo à descodificação através dos sentidos. Uma estética da receção. “Pele” é a água como elemento emocional, os corpos que renascem noutro lugar, a luz como lugar da contemplação, a música como elemento perturbador e definidor dos elementos em palco e os intérpretes e suas diferentes leituras. “Pele” é uma partitura única.
Já no fim de semana, a 08 de fevereiro (sábado), serão apresentados quatro espetáculos, dois às 19h30 e dois às 22h00. Ao final da tarde, Mara Andrade apresenta a sua“Oxitocina”, uma performance densa, convulsionada, que parece remeter-nos para a efemeridade do prazer, da mulher como instrumento, de corpo como depósito de sémen, que a cada dia sofre melancolicamente. A mesma Mara Andrade junta-se a Marco da Silva Ferreira para interpretar “Por minha culpa, minha tão grande culpa”, explorando o sentimento de felicidade que sentimos quando a tristeza e o infortúnio atinge os outros e questionando se este ato sádico desperta em nós o que se esconde no subconsciente. Mara Andrade e Marco da Silva Ferreira, em palco, raramente se olham ou se tocam, evidenciando a agressividade que a indiferença pode carregar.
A fechar a primeira metade desta edição do GUIdance, surgem às 22h00 duas estreias nacionais trazidas pela companhia CCN – Ballet de Lorraine. O primeiro é uma coreografia de Emanuel Gat, que coloca o ser humano em causa com “Transposition#2”. Segunda parte de um conceito coreográfico que coloca a natureza humana no processo de transposição, “Transposition#2” recorre à simplicidade de meios. O corpo de bailarinos preenche o palco. Há grandes movimentos em conjunto que fazem da coreografia uma massa dinâmica intensa, colorida, misturando o tecido da roupa com a pele de corpos parcialmente despidos. No espetáculo que se segue é a vez de Mathilde Monnierapresentar “Objets re-trouvés”, uma coreografia que indaga a relação de vinte e três intérpretes com as obras que dançaram. Um espetáculo que a própria prepara para homenagear este corpo de dança e que abre o espaço necessário para que este diga alto o que pensa em silêncio. O espaço para que os seus corpos possam traduzir as partes do real que albergam, revelando os seus mecanismos de perceção, a sua força e o seu poder criativo, revelando a identidade formada ao longo do tempo numa partilha com o espetador.
A segunda semana de espetáculos decorre de 13 a 15 de fevereiro e conta com mais 6 espetáculos, incluindo uma estreia absoluta e outra nacional. Na quinta-feira (dia 13),“Hale” apresenta-se em estreia absoluta pelas 19h30. Esta performance de grande plasticidade, cor, movimento reúne cinco bailarinos em palco e é da autoria de Aleksandra Osowicz, Filipe Pereira, Helena Ramírez, Inês Campos e Matthieu Ehrlacher. À noite, chega a vez de Tiago Guedes apresentar “Hoje”, um exercício de reflexão do presente, do que somos e do que nos move, refletindo como nos devemos comportar perante a realidade que hoje é apenas um passado abandonado. No dia seguinte (dia 14), às 19h30, Teresa Silva e Filipe Pereira mostram “O que fica do que passa”, um jogo impressionista intimista e intenso. Mais tarde, às 22h00, é apresentada mais uma estreia nacional, “Grind”, uma criação de Jefta van Dinther, Minna Tiikkainen e David Kiers. “Abstand”, de Luís Marrafa, às 19h30, e “Paraíso - colecção privada”, de Marlene Monteiro Freitas, encerram o GUIdance 2014 no dia 15 de fevereiro.
Todos os espetáculos com início marcado para as 19h30 têm lugar na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade. À noite, às 22h00, é a vez do Pequeno e do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor acolherem as apresentações do festival. O custo dos bilhetes para os espetáculos do GUIdance 2014 situa-se entre os 3,00 e os 10,00 euros, existindo a possibilidade de adquirir a assinatura do GUIdance por 50,00 euros para quem desejar assistir aos 15 espetáculos da edição deste ano. 05 de Fevereiro a 20 de Fevereiro
A Biblioteca Municipal do Marco de Canaveses realiza nos próximos dias 6, 14 e 20 de Fevereiro mais um conjunto de sessões da "Hora do Conto", desta vez com a história "Uma Noite Mágica". Um livro a duas mãos, escrito por uma médica do IPO do Porto, Helena Homem de Melo, e ilustrado por Francisca Gouveia Braz, uma menina hoje com 10 anos.
Aos 7 anos de idade, foi diagnosticada à Francisca uma doença grave, que obrigou a internamento no Instituto Português de Oncologia do Porto. A criança passou quatro meses num quarto de hospital, lutando contra a doença, acabando por criar laços de grande amizade e cumplicidade com a médica Helena Homem de Melo. No final da leitura do conto, decorrerá a "Oficina de Encantos", um atelier que irá abordar a temática do livro deste mês. As sessões terão lugar no Auditório Municipal em Marco de Canaveses, às 10h30 e às 14h30. A participação é gratuita, mas requer inscrição. Para participar na "Hora do conto e na Oficina de Encantos" deverá contactar a Biblioteca Municipal, através do telefone: 255 538 800 ou do e-mail: biblioteca@cm-marco-canaveses.pt. 01 de Fevereiro a 22 de Fevereiro
O Clube Penafidelense de Carros Antigos está a organizar um passeio de visita ao Museu do Automóvel de Famalicão para o dia 22 de Fevereiro, sábado.
28 de Janeiro a 27 de Fevereiro
Atelier de Expressão Plástica e Exploração Pedagógica "Amizade"
O que é a amizade? O que é o amor? Existem diferentes tipos de amor? É a partir destas perguntas que se irá desenvolver o atelier. Os participantes serão desafiados a elaborar uma caixa, com recurso à técnica origami, onde colocarão uma mensagem para dar a alguém especial. Cada criança levará a mensagem da amizade do serviço Educativo. Público-alvo: crianças dos 3 aos 12 anos Horário: terças e quintas-feiras das 14h30 às 16h00 Atividade sujeita a marcação prévia e a realizar com um mínimo de 10 crianças e um máximo de 25. 28 de Janeiro a 28 de Fevereiro
Exposição Individual de Pintura "Improvis'Art", de Sofia Dias Exposição patente ao público durante todo o mês de fevereiro Visita orientada à exposição pela autora das obras, no dia 07 de fevereiro, pelas 21h00 25 de Janeiro a 22 de Fevereiro
Dentro de uma grande tenda, assim chega o espetáculo de
dança e teatro de sombras “Catabrisa”, da Companhia Instável, aos Palcos do
Românico. Um espetáculo que convida escolas e famílias a rodopiar ao sabor do
vento.
Destinado a crianças dos quatro aos 10 anos, “Catabrisa” resulta de um jogo coreográfico que dança entre o texto, a música, a luz e a sombra. Um conjunto de imagens e sensações que se resumem num espetáculo de emoções sobre o vento, pois é com o vento que vêm as ideias e a vontade de mudar o mundo. A duas primeiras sessões, inteiramente dirigidas à comunidade escolar, estão marcadas para o Centro Cívico de Ferreira, junto ao Mosteiro de Ferreira, em Paços de Ferreira, no dia 31 de Janeiro, às 10.00 e às 15.00 horas. No dia seguinte, 1 de fevereiro, é apresentado às famílias, às 10.00 e às 15.00 horas. Depois do concelho de Paços de Ferreira o espetáculo viaja até Amarante. A duas primeiras sessões neste concelho, também dirigidas à comunidade escolar, estão marcadas para a Igreja de Gondar, no dia 21 de Fevereiro, também pelas 10.00 e 15.00 horas. O espetáculo regressa ao mesmo espaço no dia seguinte, 22, para mais duas apresentações, abertas às famílias, às 10.00 e às 15.00 horas. A peça conta a história de um menino, em tudo igual a todos os meninos, que vive as maiores aventuras de sempre: a aventura da curiosidade, do desejo, da descoberta, do espanto, da invenção, de quem nasce e cresce com o corpo e a mente aos rodopios. Do livro Catavento (editado pelas Edições Eterogémeas), nasceu um espetáculo: Joana Providência encenou e coreografou, Manel Cruz musicou, Luís Mendonça desenhou cenografia e figurino, Emílio Remelhe escreveu e Filipe Caldeira interpretou. Juntos criaram um espaço de ideias em forma de sensação, um lugar de sensações em forma de gesto, um sítio de gestos em forma de som, um mapa de sons em forma de sombra, um mundo de sombras em forma de história para todos. Para todos verem, ouvirem, sentirem e pensarem com a forma de ver, ouvir, sentir e pensar de cada um. 03 de Fevereiro a 28 de Fevereiro
Depois da estreia no Mosteiro de Cárquere, em agosto de
2013, a peça de teatro “A Boca do Inferno”, da Jangada Teatro, está de regresso
ao Palcos do Românico, com reposições em dois concelhos da Rota do Românico. A
exibição sobe ao palco do Auditório Municipal de Castelo de Paiva, no dia 23,
pelas 16.00 horas e no Auditório do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de
Celorico de Basto, no dia 28, pelas 21.00 horas.
“A Boca do Inferno” aborda as lendas associadas ao nascimento e juventude do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Algumas personalidades - nomeadamente Egas Moniz de Ribadouro, aio de D. Afonso Henriques - e monumentos - os Mosteiros de Cárquere e de Paço de Sousa - ligados à Rota do Românico vão estar em destaque nesta comédia. D. Afonso Henriques nasceu frágil, nunca tendo conhecido o pai, que morreu prematuramente. D. Teresa, viúva de D. Henrique, dá largas às suas aventuras amorosas. Afonso Henriques, entregue aos cuidados de Egas Moniz, transforma-se num garboso mancebo, resultante do milagre ocorrido após a passagem pela água milagreira da pia batismal. Esta é uma história de Portugal, a qual se terá fundado sobre uma fraude. O nosso país é fértil em episódios entre o burlesco e o trágico e plenos de teatralidade. |
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