Mundo Top
1
Camila Cabello & Shawn Mendes
Señorita
2
Diogo Piçarra
Coração
3
Taylor Swift
Lover
4
Puro L
Barcelona
5
Arianna Grande
Boyfriend
6
Jeremy Zucker
Comethru
 
NEWSLETTER RCP
Receba-a e esteja
sempre em dia
14 de Fevereiro a 01 de Março


A Fundação A Lord está a realizar cursos de Design de Jóias, direcionados a adultos, em regime laboral e pós laboral.

A participação requer o pagamento de 10 euros.

05 de Fevereiro a 15 de Fevereiro

 

Na sua 4ª edição, o GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea, realiza-se em Guimarães e apresenta este ano um modelo aumentado relativamente às três anteriores edições, oferecendo dois blocos de programação distintos: ao final da tarde, artistas emergentes encontram na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade um palco privilegiado para mostrar o seu trabalho; à noite, os auditórios do Centro Cultural Vila Flor acolhem companhias e criadores consagrados que convivem num programa de duas semanas que celebra, acima de tudo, a dança contemporânea enquanto expressão artística capaz de despertar as mais inúmeras emoções. Num total de 15 espetáculos, serão apresentadas 5 estreias (2 absolutas e 3 nacionais) entre os dias 06 e 15 de fevereiro.

 

O primeiro espetáculo desta edição a pisar o palco será uma estreia absoluta. Já esta quinta-feira (06 de fevereiro), às 19h30, “Matilda Carlota”, de Jonas Lopes, revela um mundo de contradições e ambiguidades, desde logo assumidas por uma personagem andrógina, artificial e psicologicamente grávida de desejo. Num desenhar paulatino de desadequada existência, a incoerência do real revela-se coerente no universo simbólico da representação: a “intimidade despojada”, o preto e branco, a experiência anómala da conexão com o mundo que a melancolia de “Sposa no mi conosci”, de Giacomelli, tocada ao piano pelo mordomo e cantada em contratenor por Matilda, faz assomar.

 

Neste mesmo dia de abertura do festival, “Fica no Singelo”, da companhia Clara Andermatt, será apresentado às 22h00. “Fica no Singelo” é um trabalho coreográfico que expõe rituais e celebrações, histórias e vozes de trabalho, que se vestem de terra e do suor de que são feitos os costumes. Clara Andermatt trabalha o património tradicional português e, com isso, recorre à riqueza do passado transmitida através do folclore e dos bailes populares. Uma vontade que lhe vem de projetos anteriores e que encontra em “Fica no Singelo” mais uma oportunidade para fertilizar os terrenos da pesquisa etnográfica. No final do espetáculo, os espetadores serão convidados a participar num baile no qual podem experimentar algumas das danças que inspiraram a peça.

 

O segundo dia de apresentações (07 fevereiro) inicia-se às 19h30 com dois espetáculos sucessivos. Primeiramente, Ludvig Daae apresenta “MM”. Este criador e performer relaciona-se consigo próprio. Negoceia. Realiza um dueto virtual com a sua imagem projetada. Uma poética possível a partir da tecnologia que confere primazia ao movimento, pois é no vídeo que ele se manifesta mais pertinente. Do diálogo da tridimensionalidade de Ludvig com a bidimensionalidade de Daae, nasce uma obra com uma linguagem inovadora e cada vez mais explorada na dança contemporânea: a interação entre dança e vídeo. Seguidamente, no mesmo espaço, uma coreografia de Flávio Rodrigues transporta-nos para um lugar em branco, em suspenso, sem referências temporais, inócuo. Este é o lugar proposto por “Nil-City”, uma reflexão provocada pela crescente saturação dos dias que correm, metáfora de fluxos constantes e interações de um sistema capitalista, moldado por estratégias políticas, de intertextualidades e redundâncias. Este “fim” preconizado não é uma explosão. É antes o seu contrário. Uma inversão de eixos que implode.

 

Ainda na sexta-feira, às 22h00, a Útero Associação Cultural leva a sua “Pele” até ao palco do Pequeno Auditório do CCVF. Dois corpos de pele, nus, uma pianista, uma atriz. A música, micro-sonoridades construídas como uma tapeçaria. Corpos invertidos que ganham verticalidade, nova poesia. “Pele” é um requiem, um local onde podemos voltar a sentir de uma forma radical, o que há muito fica esquecido, o que insistimos em perder. Um questionamento. Um lugar de abstração. Um apelo à descodificação através dos sentidos. Uma estética da receção. “Pele” é a água como elemento emocional, os corpos que renascem noutro lugar, a luz como lugar da contemplação, a música como elemento perturbador e definidor dos elementos em palco e os intérpretes e suas diferentes leituras. “Pele” é uma partitura única.

 

Já no fim de semana, a 08 de fevereiro (sábado), serão apresentados quatro espetáculos, dois às 19h30 e dois às 22h00. Ao final da tarde, Mara Andrade apresenta a sua“Oxitocina”, uma performance densa, convulsionada, que parece remeter-nos para a efemeridade do prazer, da mulher como instrumento, de corpo como depósito de sémen, que a cada dia sofre melancolicamente. A mesma Mara Andrade junta-se a Marco da Silva Ferreira para interpretar “Por minha culpa, minha tão grande culpa”, explorando o sentimento de felicidade que sentimos quando a tristeza e o infortúnio atinge os outros e questionando se este ato sádico desperta em nós o que se esconde no subconsciente. Mara Andrade e Marco da Silva Ferreira, em palco, raramente se olham ou se tocam, evidenciando a agressividade que a indiferença pode carregar.

 

A fechar a primeira metade desta edição do GUIdance, surgem às 22h00 duas estreias nacionais trazidas pela companhia CCN – Ballet de Lorraine. O primeiro é uma coreografia de Emanuel Gat, que coloca o ser humano em causa com “Transposition#2”. Segunda parte de um conceito coreográfico que coloca a natureza humana no processo de transposição, “Transposition#2” recorre à simplicidade de meios. O corpo de bailarinos preenche o palco. Há grandes movimentos em conjunto que fazem da coreografia uma massa dinâmica intensa, colorida, misturando o tecido da roupa com a pele de corpos parcialmente despidos. No espetáculo que se segue é a vez de Mathilde Monnierapresentar “Objets re-trouvés”, uma coreografia que indaga a relação de vinte e três intérpretes com as obras que dançaram. Um espetáculo que a própria prepara para homenagear este corpo de dança e que abre o espaço necessário para que este diga alto o que pensa em silêncio. O espaço para que os seus corpos possam traduzir as partes do real que albergam, revelando os seus mecanismos de perceção, a sua força e o seu poder criativo, revelando a identidade formada ao longo do tempo numa partilha com o espetador.

 

A segunda semana de espetáculos decorre de 13 a 15 de fevereiro e conta com mais 6 espetáculos, incluindo uma estreia absoluta e outra nacional. Na quinta-feira (dia 13),“Hale” apresenta-se em estreia absoluta pelas 19h30. Esta performance de grande plasticidade, cor, movimento reúne cinco bailarinos em palco e é da autoria de Aleksandra Osowicz, Filipe Pereira, Helena Ramírez, Inês Campos e Matthieu Ehrlacher. À noite, chega a vez de Tiago Guedes apresentar “Hoje”, um exercício de reflexão do presente, do que somos e do que nos move, refletindo como nos devemos comportar perante a realidade que hoje é apenas um passado abandonado. No dia seguinte (dia 14), às 19h30, Teresa Silva e Filipe Pereira mostram “O que fica do que passa”, um jogo impressionista intimista e intenso. Mais tarde, às 22h00, é apresentada mais uma estreia nacional, “Grind”, uma criação de Jefta van Dinther, Minna Tiikkainen e David Kiers. “Abstand”, de Luís Marrafa, às 19h30, e “Paraíso - colecção privada”, de Marlene Monteiro Freitas, encerram o GUIdance 2014 no dia 15 de fevereiro.

 

Todos os espetáculos com início marcado para as 19h30 têm lugar na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade. À noite, às 22h00, é a vez do Pequeno e do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor acolherem as apresentações do festival. O custo dos bilhetes para os espetáculos do GUIdance 2014 situa-se entre os 3,00 e os 10,00 euros, existindo a possibilidade de adquirir a assinatura do GUIdance por 50,00 euros para quem desejar assistir aos 15 espetáculos da edição deste ano.


06 de Fevereiro a 22 de Fevereiro

O Clube Penafidelense de Carros Antigos irá organizar um passeio e visita ao Museu do Automóvel Clássico de Famalicão, no dia 22 de Fevereiro.

Aos interessados pede-se que contactem o Clube Penafidelense, caso estejam interessados em participar.
06 de Fevereiro a 12 de Abril

Os Stomp vão atuar em Portugal, no mês de Abril, para  três concertos surpreendentes (CAE-Figueira da Foz, Coliseu do Porto e CCB).

Inspirada no teatro de rua, esta companhia, que se tornou um fenómeno global, utiliza os sons dos objetos mais improváveis, como caixotes do lixo, vassouras, simples caixas de fósforos, jornais ou até lava-loiças, em extraordinárias coreografias. A estes inusitados instrumentos de percussão, juntam-se o movimento frenético, o sapateado e o humor de um grupo de bailarinos irrepreensíveis.

Há mais de vinte anos a correr os cinco continentes, os Stomp continuam a surpreender os fãs com os novos objetos que vão incluindo no seu espetáculo. Nesta passagem por Portugal não vai ser diferente.
Em 2012, os Stomp participaram na Cerimónia de Encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres e os olhares de todo o Mundo viraram-se para eles. Nada que não tivesse acontecido antes, mas nunca em tão grande escala.

Os bilhetes custam entre 15 e 40 euros e vão realizar-se nas seguintes datas: 2 e 3 de Abril no CAE Figueira da Foz, 5 e 6 no Coliseu do Porto e, por fim, nos dias 9 e 12 no CCB.

05 de Fevereiro a 20 de Fevereiro

A Biblioteca Municipal do Marco de Canaveses realiza nos próximos dias 6, 14 e 20 de Fevereiro mais um conjunto de sessões da "Hora do Conto", desta vez com a história "Uma Noite Mágica". Um livro a duas mãos, escrito por uma médica do IPO do Porto, Helena Homem de Melo, e ilustrado por Francisca Gouveia Braz, uma menina hoje com 10 anos.

Aos 7 anos de idade, foi diagnosticada à Francisca uma doença grave, que obrigou a internamento no Instituto Português de Oncologia do Porto. A criança passou quatro meses num quarto de hospital, lutando contra a doença, acabando por criar laços de grande amizade e cumplicidade com a médica Helena Homem de Melo.

No final da leitura do conto, decorrerá a "Oficina de Encantos", um atelier que irá abordar a temática do livro deste mês. As sessões terão lugar no Auditório Municipal em Marco de Canaveses, às 10h30 e às 14h30. A participação é gratuita, mas requer inscrição. Para participar na "Hora do conto e na Oficina de Encantos" deverá contactar a Biblioteca Municipal, através do telefone: 255 538 800 ou do e-mail: biblioteca@cm-marco-canaveses.pt.

06 de Fevereiro a 16 de Fevereiro

Celebra-se, uma vez mais, a Gala Novelense nos dias 15 e 16 de Fevereiro, no sábado das 14 horas ás 22 horas. No domingo, o horário será mais alargado, de manhã das 10 ás 12 horas e das 14 ás 19 horas, no Salão Polivalente da Junta de Freguesia de Novelas.

No domingo, da parte da manhã, será ainda organizada uma visita à Quinta de Carrazedo, onde poderão ser vistas dezenas de camélias, algumas centenárias.
06 de Fevereiro a 17 de Maio

A Câmara Muni­ci­pal, em colaboração com a Associação de Artistas do Marco de Canaveses e o Curso Profissional de Técnico de Multimédia da Escola Secundária do Marco, organiza mais uma edi­ção do con­curso anual de curtas-metragens. A quarta edi­ção da @mostra – Mostra Jovem de Curta-metragens do Marco de Canaveses realiza-se de 12 a 17 de Maio de 2014, no Auditório Municipal.

Tendo por objectivo estimular e potenciar as capacidades criativas e de expressão dos jovens, a Mostra Jovem de Curta-metragens é, esta vez e pela primeira vez, dirigida aos estudantes das escolas concelhias ou residentes no Marco de Canaveses, mas também a todos os estudantes dos concelhos vizinhos. Os participantes devem ter idades compreendidas entre os 12 e os 30 anos. As produções podem ser apresentadas a título individual ou colectivo, sendo ainda permitida a inscrição de um ou mais filmes/curtas. As curtas-metragens a concurso devem ter um máximo de 10 minutos de duração.

As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas, mediante o preenchimento da respectiva ficha de inscrição, até ao dia 22 de Abril de 2014.

No final desta mostra anual de curtas-metragens, os concorrentes irão receber um certificado de participação e os autores dos melhores trabalhos receberão prémios no valor de 600 euros.

06 de Fevereiro a 28 de Fevereiro

No âmbito das atividades de dinamização do Livro e da Leitura, está patente na Biblioteca Municipal Poeta Joaquim Monteiro (Marco de Canaveses), até 28 de Fevereiro, a exposição “Letra à Tinta” do jovem artista José A. Nunes. Neste livro-objeto, o visitante é convidado a uma “viagem” por dez pinturas a óleo, de inspiração surrealista, baseadas em trechos de dez autores de renome da Literatura portuguesa: Camilo Castelo-Branco, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Miguel Torga, José Régio, José Saramago, Sophia de Mello Breyner, Agustina Bessa-Luís, João Aguiar e José Francisco Fernandes.

Esta iniciativa iniciou a sua itinerância por um conjunto de 10 bibliotecas da Região, em Setembro de 2013, na Biblioteca Municipal de Penafiel, e encerrará o seu percurso em Junho de 2014, na Biblioteca Municipal/Casa da Cultura da Trofa.José A. Nunes, nasceu no Porto em 1980. Frequentou o Atelier Rui Alberto, a Oficina das Artes e a Academia das Artes (todas no Porto). Expõe desde 2006 e é artista
residente na Galeria Geraldes da Silva, no Porto.

A exposição poderá ser visitada no seguinte horário:
Segunda a sexta-feira: 9h00-12h30 e 14h00-17h30
01 de Fevereiro a 22 de Fevereiro

O Clube Penafidelense de Carros Antigos está a organizar um passeio de visita ao Museu do Automóvel de Famalicão para o dia 22 de Fevereiro, sábado.
28 de Janeiro a 27 de Fevereiro

Atelier de Expressão Plástica e Exploração Pedagógica "Amizade"
O que é a amizade? O que é o amor? Existem diferentes tipos de amor? É a partir destas perguntas que se irá desenvolver o atelier. Os participantes serão desafiados a elaborar uma caixa, com recurso à técnica origami, onde colocarão uma mensagem para dar a alguém especial. Cada criança levará a mensagem da amizade do serviço Educativo.

Público-alvo: crianças dos 3 aos 12 anos

Horário: terças e quintas-feiras das 14h30 às 16h00

Atividade sujeita a marcação prévia e a realizar com um mínimo de 10 crianças e um máximo de 25.

28 de Janeiro a 28 de Fevereiro

Exposição Individual de Pintura "Improvis'Art", de Sofia Dias

Exposição patente ao público durante todo o mês de fevereiro

Visita orientada à exposição pela autora das obras, no dia 07 de fevereiro, pelas 21h00

25 de Janeiro a 22 de Fevereiro

Dentro de uma grande tenda, assim chega o espetáculo de dança e teatro de sombras “Catabrisa”, da Companhia Instável, aos Palcos do Românico. Um espetáculo que convida escolas e famílias a rodopiar ao sabor do vento.

Destinado a crianças dos quatro aos 10 anos, “Catabrisa” resulta de um jogo coreográfico que dança entre o texto, a música, a luz e a sombra. Um conjunto de imagens e sensações que se resumem num espetáculo de emoções sobre o vento, pois é com o vento que vêm as ideias e a vontade de mudar o mundo.

A duas primeiras sessões, inteiramente dirigidas à comunidade escolar, estão marcadas para o Centro Cívico de Ferreira, junto ao Mosteiro de Ferreira, em Paços de Ferreira, no dia 31 de Janeiro, às 10.00 e às 15.00 horas. No dia seguinte, 1 de fevereiro, é apresentado às famílias, às 10.00 e às 15.00 horas.

Depois do concelho de Paços de Ferreira o espetáculo viaja até Amarante. A duas primeiras sessões neste concelho, também dirigidas à comunidade escolar, estão marcadas para a Igreja de Gondar, no dia 21 de Fevereiro, também pelas 10.00 e 15.00 horas. O espetáculo regressa ao mesmo espaço no dia seguinte, 22, para mais duas apresentações, abertas às famílias, às 10.00 e às 15.00 horas.

A peça conta a história de um menino, em tudo igual a todos os meninos, que vive as maiores aventuras de sempre: a aventura da curiosidade, do desejo, da descoberta, do espanto, da invenção, de quem nasce e cresce com o corpo e a mente aos rodopios.

Do livro Catavento (editado pelas Edições Eterogémeas), nasceu um espetáculo: Joana Providência encenou e coreografou, Manel Cruz musicou, Luís Mendonça desenhou cenografia e figurino, Emílio Remelhe escreveu e Filipe Caldeira interpretou.

Juntos criaram um espaço de ideias em forma de sensação, um lugar de sensações em forma de gesto, um sítio de gestos em forma de som, um mapa de sons em forma de sombra, um mundo de sombras em forma de história para todos. Para todos verem, ouvirem, sentirem e pensarem com a forma de ver, ouvir, sentir e pensar de cada um.

09 de Fevereiro a 16 de Fevereiro

Durante os meses de janeiro e fevereiro aceite o convite para uma “visita” diferente à Rota do Românico. Acompanhado por uma guia apaixonada pela história da arte e pelas histórias das gentes, seja testemunha de acontecimentos “insólitos”.

A Igreja de Sobretâmega, no Marco de Canaveses, é o terceiro monumento do programa, com “visitas” agendadas para os dias 8 e 9 de fevereiro, pelas 17.00 e 15.00 horas. A Ermida do Vale, em Paredes, é o último monumento do programa, a realizar-se nos dias 15 e 16 de fevereiro, pelas 17.00 e 15.00 horas, respetivamente.

Estes acontecimentos das “visitas” pretendem ser um prolongamento imagético relacionado com o monumento ou com histórias que ele carrega como elemento arquitetónico do período românico e como elemento de identidade de uma região.

Pretende-se provocar no visitante alguma estranheza quando assiste a esta visita. O objetivo é criar uma nova forma de ver o espaço em que entrou e despertar a curiosidade pelos factos reais.

Que este interesse suscite uma verdadeira pesquisa da história, criando-se um espaço físico que ganha uma outra identidade que não apenas a da sua origem real.

03 de Fevereiro a 28 de Fevereiro

Depois da estreia no Mosteiro de Cárquere, em agosto de 2013, a peça de teatro “A Boca do Inferno”, da Jangada Teatro, está de regresso ao Palcos do Românico, com reposições em dois concelhos da Rota do Românico. A exibição sobe ao palco do Auditório Municipal de Castelo de Paiva, no dia 23, pelas 16.00 horas e no Auditório do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Celorico de Basto, no dia 28, pelas 21.00 horas.

“A Boca do Inferno” aborda as lendas associadas ao nascimento e juventude do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Algumas personalidades - nomeadamente Egas Moniz de Ribadouro, aio de D. Afonso Henriques - e monumentos - os Mosteiros de Cárquere e de Paço de Sousa - ligados à Rota do Românico vão estar em destaque nesta comédia.

D. Afonso Henriques nasceu frágil, nunca tendo conhecido o pai, que morreu prematuramente. D. Teresa, viúva de D. Henrique, dá largas às suas aventuras amorosas.

Afonso Henriques, entregue aos cuidados de Egas Moniz, transforma-se num garboso mancebo, resultante do milagre ocorrido após a passagem pela água milagreira da pia batismal.

Esta é uma história de Portugal, a qual se terá fundado sobre uma fraude. O nosso país é fértil em episódios entre o burlesco e o trágico e plenos de teatralidade.



Fevereiro 2014
D S T Q Q S S
1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28